quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Bali - Parte II

 


Ao olhar essa foto, o que te vem à cabeça? Eu só  penso em me teletransportar, entrar pelo teclado, e sair dentro dessa praia, nessa mar quentinho e calmo.

Essa nossa primeira estadia em Bali foi M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.A, apesar de todo o perrengue na chegada (hoje me dia já nao está mais tao complicado!). Lembrando que nessa época eu morava em Singapura, e são apenas 3 horas de voo para la.

Vamos falar um pouco de Bali para poder responder àquela pergunta que fiz no post anterior: vale a pena sair do Brasil para visitar Bali? E já adianto que Bali não é só essa praia linda, mas uma imersão cultural num lugar mágico, acolhedor, com paisagens de tirar o fôlego.

 


Para falar genericamente de um lugar, nada melhor que o nosso amigo Google, então relaxe na cadeira e começe a viagem: "Bali é uma ilha da Indonésia conhecida por suas montanhas vulcânicas repletas de florestas, seus arrozais, suas praias e seus recifes de coral. A ilha abriga locais religiosos, como o templo Uluwatu, localizado na beira de um penhasco. Ao sul, a cidade litorânea de Kuta tem bares animados, enquanto Seminyak, Sanur e Nusa Dua são áreas turísticas bastante procuradas. A ilha também é conhecida por seus retiros de ioga e meditação. "

Dai deixo aqui minhas reflexões: Bali são várias viagens dentro de uma só! Bali é enorme e dividido em diferentes áreas com diferentes atrações. O planejamento da viagem envolve decidir quais dessas experiencias balinesas você gostaria de vivenciar, apesar de eu achar que todas elas valem a pena. Bali é ficar alguns dias nessas diferentes áreas, curtindo o que há de melhor em cada uma dela: seja em Nusa Dua curtindo uma praia, ou em Ubud, recarregando as baterias aos pés do arrozais. 

Essa primeira vigem para Bali, foi de apenas 2 dias. Diríamos que foi um test-drive, que só foi melhorando e ficando, a cada viagem, mais interessante. E foram algumas de lá para cá!!! Como primeira vez, decidimos ficar no "centro" de Bali. Ficamos em Kuta, num hotel simples. Lembrando que isso aconteceu em 2010, e de lá para cá muita coisa mudou, mas não a beleza do lugar! 

Visitamos o hotel Karma Kandara (https://karmagroup.com/find-destination/karma-resorts/karma-kandara/), com sua vista sensacional. O hotel ainda existe até hoje, e é considerado um dos melhores do sul de Bali.





Depois de relaxar nesse mar maravilhoso, fomos visitar Uluwatu Temple, um templo que fica pendurado num penhasco, com uma vista magnífica, de tirar o fôlego.

 


Só temos que ficar atentos com os macacos, os verdadeiros trombadinhas balineses. Esse ai roubou o meu chapéu e só devolveu após o pagamento do resgate: uma banana!!!

 

Não pensem que nossas histórias de Bali se acabam por aqui. Aguardem Bali - Parte III. Mas acho que já consegui colocar uma pulguinha ali atrás da orelha: vale mesmo a pena???

 

 





segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bali - Parte I



Nesse fim de semana que passou (9 a 11/julho) fomos à Bali, na Indonésia! Falar em Bali só me vinha na cabeça as camisas e calças de Bali que viraram sucesso no meio dos anos de 1990. Claro, tinha o cigarro de Bali, mas como não fumo mesmo, nunca tive interesse por tal coisa. Fora isso, deve ser o paraíso na terra, com praias lindíssimas. Enfim, o que eu iria encontrar nesse lugar que virou ícone de viagem durante muito tempo, e pelo que me consta, ainda é. Já que esse lugar é tão famoso, resolvi dividir as minhas impressões de Bali em algumas partes, a começar com essa, que já vai fazer o meu leitor começar a se perguntar: vale a pena sair do Brasil, ou mesmo da Europa para vir a Bali???

Só um parenteses aqui, pois preciso fazer esse comentário: tenho um seguidor de Portugal!!! Samuel, se bem vindo!!! Ai, gente, estou ficando tao chique!!!

Essa primeira parte eu gostaria de dedicar à chegada e saída de Bali: pague para entrar e, SIM, pague para sair. 

Chegamos em Bali às 10:20 da noite. Bandar Udara Ngurah Rai Bali, que, se não me falha a memória de quando estudei Indonésio, significa, Ngurah Rai aeroporto de Bali (Google, obrigada pelo Translate!!! rsrsrs). 

Nós já sabíamos que tem o visto, que eles chamam de Visa on Arrival, ou VOA, que deveríamos tirar na entrada, assim como foi para Bintan e paraYogyakarta, todos na Indonésia. Ok! Combinamos que eu iria para o guiche de pagamento do visto e o meu marido para a fila do visto, assim seria mais rápido e menos doloroso. Quando chegamos no saguão do aeroporto, vimos um mar de gente que mais parecia um tsunami, de tanta gente que tinha. Beleza, estamos indo para uma praia: paz e amor! Sorria, voce está em Bali! Conte até 20... enfim, pensamos em todas as frases cliches que cabiam nessa situação. Só para voces terem uma noção da situação:



Sabe a plaquinha amarela lá no final dessa foto acima! Pois é, o carinha que tira o visto está a uns 2 passos depois dessa placa e nós estávamos aqui no fim da fila. E o pior é que ainda tivemos que pagar US$ 25 cada um para entrar ali. Nessas horas voce começa a pensar: o que eles estão fazendo com o meu dinheiro? Por que eles não colocam mais funcionários a disposiçao? Mais um dos mistérios que nunca tem uma explicação. (Atualização: hoje em dia nao há mais a necessidade de visa on arrival para brasileiros que forem ficar até 30 dias em Bali).

Bom, o meu maridinho, que estava numa fila,e eu em outra, para ver qual andava mais rápido, começou a jogar Sodoku no celular para passar o tempo. Eu começei a prestar atenção nas pessoas e, claro, na conversa delas. Não sou de ferro, ne? Nao tinha nada para fazer e uma perspectiva de 2 horas de fila pela frente. De vez em quando até rolava de eu falar com a pessoa, que estava atras de mim, que iria ao banheiro, e ela segurava o meu lugar. Numa dessas, percebi que algumas pessoas saiam dessa fila, que era destinada a estrangeiros e iam para uma outra fila, até um pouco separada da nossa por umas plantas, destinada a comissários de bordos e aos próprios indonésios. Resolvi perguntar a um casal que antes estava na minha fila, se aquilo era permitido. Ai eles responderam que não sabiam e iriam tentar. A mulher ainda virou para mim com a maior cara de assustada e perguntou:
-- Voce nos seguiu até aqui?
Seja lá com que ela estivesse preocupada, se por eu ter saído da minha fila e seguido eles, e provavelmente perdido meu lugar, ou por estar com medo de que mais pessoas fossem para lá e a tentativa deles fosse descoberta.

Voltei para a fila onde o meu marido estava e resolvemos que ficaríamos ali mesmo, apesar da outra estar menos cheia e andando mais rápido. Resolvemos, pois estávamos num país diferente, com leis diferentes e porque 20 a 40 minutos não iriam mudar a nossa vida em nada. Só mudou num sentido: aprendemos que não são só os brasileiros que gostam de dar uma de espertinho...

Ficamos conversando na fila, e claro, falando das diferentes pessoas que estavam ao nosso redor. Nessas horas o portugues é uma lingua maravilhosa! Estávamos rodeados por alemães, americanos, australianos, franceses... nossa, como tem gringo lá! Fomos atendidos 1 hora e meia depois de entrar na fila.


Nossa saga no aeroporto não acaba por ai. Acreditem se quiserem: ainda tivemos que pagar para sair de Bali. Chegamos no aeroporto, na volta para Cingapura, com uma certa antecedencia, pois nosso voo só serias as 10:20 da noite. Fomos uns dos primeiros a fazerem o check-in, e resolvemos ir direto para a aduana. Qual foi a nossa surpresa ao chegar lá? Teríamos que pagar RP 150.000 (rúpias), que dá aproximadamente US$ 15. Quer dizer, nao foi tanta surpresa, pois já tínhamos pago em Yogyakarta, só que lá foi RP 100.000. Mas dessa vez até que nao tinha tanta fila. Conclusão: para entrar e sair de Bali, voce enfrenta uma fila de quase 2 horas e ainda tem que pagar US$ 40 por pessoa.

A questão é: vale a pena sair do Brasil, enfrentar tudo isso, para chegar a Bali? Aguardem cenas do próximo episódio para voces decidirem. Enquanto isso, um conselho:


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tronos

Que diferenças existem entre os países, os povos, isso existem... O que eu queria vindo para uma parte do mundo com cultura oriental, com pitadas dos povos indianos e malaios? Enfim, tudo muito diferente para a cultura ocidental. Os banheiros não poderiam ser diferentes. Diferentes tronos para diferentes rainhas!!!



Definitivamente não vou sentir falta de chegar em um banheiro de shoping, abrir a portinha e dar de cara com essa privada. Na boa, teve um dia que estava no shoping na Malásia, uma fila imensa, eu era a primeira, e toda vez que vagava uma cabine, era com essa privada. E o mais engraçado é que as mulheres já até sabiam que eu não iria nesse e me passavam. Na boa, xixi voador não dá!!!

Geralmente um banheiro de shoping tem algumas cabines com esse tipo de assento. Em Cingapura nao tanto quanto na Malásia, país de maioria muçulmana. Esse tipo de assento (!!!!) é bastante usado pelas mulheres que de burca. Aliás, esse é um outro assunto que me revolta algumas vezes, mas nao vou entrar nesse mérito.

Isso aí. Meu primeiro tópico foi bastante interessante e útil. Como se nao bastasse quando pequena ter que fazer xixi no matinho quando viajava de carro com meus pais. Fala sério!! Sei bem as consequencias desse ato.

Chegando ao fim!!



Nossa, o tempo passa muito depressa mesmo! Já se passaram 3 meses que estou aqui, e só tenho mais um mes para curtir Singapura. Sabe quando bate aquele desespero, que voce começa a sentir que tem que curtir tudo, engolir a cidade, como se fosse a última coisa que voce vai fazer. Pois é, esse é o meu estado de espírito.

Eu já tive algumas experiencias internacionais. Morei 1 ano nos EUA, 4 meses na França, e sempre quando estou para ir embora, fico com aquela vontade de ficar mais, na vez da França até tentei arrumar um emprego, mas nao deu certo e eu acabei voltando para o Brasil. Com isso vem a parte da aceitação: tudo bem, depois eu volto nem que seja para visitar. EUA, França, até que são lugares acessíveis. Tá, não é perto, mas também não é absurdamente longe. Bom, Singapura é complicado!!! São 2 dias de viagem. Não é nenhum lugar que voce possa dizer: Olha, vou ali em Singapura passar as férias e volto. Primeiro que metade das férias voce vai passar como zumbi, tentando colocar o seu relógio biológico em dia. A outra metade tentando correr atras do prejuízo. Bom, acho que voces já entenderam onde quero chegar: Singapura, posso até estar errada, mas vai demorar muito para eu voltar, se voltar. Então, tenho que devorar a cidade, fazer todos os passeios de novo, tirar mais alguns milhares de fotos....E aceitar que é hora de voltar.

Com isso, resolvi fazer uma sequencia de posts com coisas que iremos sentir faltar e com aquelas que não sentiremos nem um pouco em deixar para trás.

Espero que voces curtam com a gente esses últimos 30 dias de Singapura. Claro que ainda teremos algumas emoções nesse meio tempo: uma viagem para Bali e uma para Phuket.

Beijos com saudades de todos.

domingo, 13 de junho de 2010

Pudim se come ou se bebe?

Talvez uma das coisas que mais sentimos falta aqui em Cingapura seja o fato de estarmos longe das comidinhas com as quais estamos tao acostumados. Saudades do strogonoff, do camarao com catupiry, da goiabada (eu ainda trouxe uma, mas nao deu nem para o cheiro!), do pudim de leite condensado e até do japones feito com cream cheese... Sim, isso é uma invençao brasileira!!! Mas no dia que esses japoneses descobrirem....

A vontade é tão grande que a única soluçao que temos é ir para a cozinha e colocar a mao na massa. E claro, fazer algumas ligaçoes internacionais para pegar a receita e algumas dicas. Bom, ontem resolvemos fazer o pudim de leite condensado. Receita: 1 lata de leite condensado, 2 latas de leite de vaca, 2 gemas, bate tudo no liquidificador, coloca para assar em banho maria.... Muito fácil!!!! Qualquer pessoa consegue fazer.

Fomos para a casa de uma amiga que tem forno e liquidificador, 2 instrumentos imprescindíveis para a nossa empreitada. Não, não temos forno e resolvemos nao comprar o liquidificador, pois seria mais um trambolho para levar. Além disso, tem o problema da voltagem.

Começamos pela calda de açucar... Até que estava me saindo bem quando vi que a forma era vazada e a calda começou a cair no fogão. Quem está acostumado a lidar com calda de açucar, sabe que ela gruda como ninguém. Despespero! Pois na verdade estávamos na casa de uma amiga que emprestou a casa de outra amiga... Confusao total!!! Mas tudo bem, atéque nao ficou tao ruim e no dia seguinte a santa Haide iria limpar a casa. Só um parenteses: a Haide é a diarista de quase todo mundo do trabalho do meu marido.


Passei a calda que restou para uma outra forma, e enquanto eu operacionalizava essa árdua tarefa, a nossa amiga Renata batia os ingredientes no liquidificador. Ok, a massa e a calda estavam prontas. O que fazer? Eu me lembrava muito vagamente da "secretária" lá de casa deixar a calda esfriar, mas como também não tinha muita certeza, lancei a pergunta: E agora, gente, jogamos direto a massa na forma, ou esperamos a calda esfriar... Acho que a vontade de comer pudim o mais rápido possível falou mais alto e a Renata lançou: nao, acho que a densidade dos dois deve ser diferente, ai eles nao se misturam. E o mais desesperado para comer, vulgo meu marido, falou: concordo! Beleza, jogamos a mistura na calda... Não preciso nem falar que os dois se misturaram, ne???

Mas tudo bem, nem tudo estava perdido: colocamos o pudim, no banho maria, no forno e ligamos... Jantamos, conversamos e nada do pudim ficar nem quente. Bom, ligamos o forno de uma maneira errada.  Realmente o forno era meio complicado: para um lado era microondas, para o outro era forno elétrico... aquele pudim já estava lá há horas e nada de ficar duro. Resolvemos entrar na internet para ler o manual do forno... Ai ligamos novamente, mas o pudim já estava preto por cima... Já eram quase 11 horas da noite e nada daquele pudim ficar pronto. Bom, resolvemos tirá-lo do forno. Ele já estava com alguma consistencia, mas ainda nao dava para desenformar. Mas quem disse que pudim só dá para comer... podemos beber tb. Na verdade, dava para comer com colher, como sopa, mas o gosto de queimado de cima era tao forte que resolvemos deixar para a Haide limpar a nossa bagunça e jogar o pudim fora.

Resultado da nossa empreitada na cozinha:
* um pudim queimado, porem mole



* e uma cozinha mega suja!


Bom, fomos vencidos pelo pudim e pelo forno. Porém, tentamos! E ainda vamos tentar uma próxima vez, claro que num outro forno, pois tenho certeza que esse foi o nosso problema, além, claro, da densidade da calda de açucar e da mistura serem iguais.

Antes tentar um pudim, que comer arroz e feijao como sobremesa... Eita povinho que nao sabe comer esse.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Phuket - Thailândia

Sexta-feira, dia 28 de maio, foi feriado aqui em Cingapura. Foi Vesak Day, que é o dia que se celebra o nascimento de Buddha, e para isso, nada melhor do que comemorar.... com o Buddha. Mas essa historinha só serve de pretexto para justificar a nossa maravilhosa viagem para Phuket, na Thailandia. Sabíamos do feriado, mas o motivo dele, descobrimos na viagem, quando, coincidentemente, fomos visitar o Grande Buda...

Chegamos em Phuket cedinho na sexta feira. O dia estava um pouco nublado. Como sempre, aquele mesmo ritual de chegada: passar pela alfândega, trocar dinheiro para pelo menos pagar o taxi até a cidade, descobrir um real valor para o taxi, se estamos sendo turistar ou nao... aquela coisa toda que já sabemos até no Brasil. Como o Sarney quando presidente (eu nao sou tao velha assim, meus pais que me contavam), é preciso fazer pesquisa antes de comprar. Enfim, fizemos a pesquisa: um taxi custa 750 BHT, para ir num miniibus, 180 BHT por pessoa. Alguma dúvida? Claro que resolvermos ir de minibus. O problema é que eles esperam o minibus encher para sair, e nós fomos os primeiros a chegar... Já me ensinaram no mestrado: there is no free lunch!!! Esperamos 40 minutos, eu já estava surtando, resolvi sair do minibus e pegar meu dinheiro de volta. Mas ai vc tb aprende o tal do custo afundado: já tínhamos perdido 40 minutos, faltavam 2 pessoas para encher a porcaria do ônibus, agora nao tinha mais como voltar atrás. Enfim, eu no auge da TPM, querendo me matar por feito feito aquela escolha e querendo matar o motorista que nao saia... Enfim: voltaremos em julho para Phuket: adivinha como iremos para a cidade? Essa é uma pergunta capciosa. Depende de quantas pessoas estiverem dentro do minibus....

Bom, chegamos no hotel. Uma gracinha. Chama-se Phuket Island View e fica na praia de Karon  (estou escrevendo isso pois como disse anteriormente, vamos voltar lá, e com certeza vou ter esquecido o nome do hotel...alias, já estou naquele nível que se pergunta: "o que nós almoçamos mesmo?" às 3 da tarde). A vista do nosso quarto era para a piscina. Típpico hotel 3 B's: bom, bonito e (mega) barato!
Passeamos pela praia de Karon, pelas lojinhas de artesanato, almoçamos, fomos ao Budha... enfim, viagem descontraída, lugar gostoso, chinelos nos pés, biquini, saídinhas de praia. Nada de monumentos! Total clima Búzios. Era o que estávamos precisando. Monumentos são lindos, mas chega uma hora que tudo que voce quer é um castelinho de areia.

Dia seguinte fomos fazer o famoso passeio pelas ilhas Phi Phi, Maya e Khai Island. Nos pegaram às 7:30 no hotel. Um minibus com 10 pessoas: maravilha!!! Barco só nosso, praia só nossa... Perfeito! Fomos para a Marina... Chegando lá, vários minibus. Ah, mas eram vários barcos tb. Todos lotados! O percurso até a primeira ilha foi bem tranquilo. A guia era engraçada, o barco confortável (era uma lancha rápida)... mas quando chegamos na Maya beach, a tal onde foi filmado aquele filme A Praia com Leonardo de Caprio, quase morri. Não, não foi de beleza, apesar da praia ser maravilhosa. Foi da quantidade de gente que tinha naquele lugar... Farofada total! Olha o naipe:


 Tudo bem que dava para andar até o mar e tirar uma fotinho sem o bando de gente. Mas sinceramente, comecou a me dar um troço... só queria sair dali. E ainda por cima a água estava suja, cheia de plástico, de pedaço de pau... tirando isso tudo, realmente o lugar era lindo.


Depois dessa parada, ainda fizemos um smorkeling, passamos por outros lugares lindos, paramos em Phi Phi, que também não é nada demais. Almoçamos num hotelzinho bem fajuto, tanto o almoço quanto o hotel, e finalmente paramos na nossa última parada: Khai Island.


O mais interessante nesse passeio foram as placas que encontramos no meio das praias. Seria cômico se não fosse tragico... realmente eles sofreram muito com o Tsunami. Voce ainda ve alguns lugares que nao foram reconstruídos depois da onda. É triste! Mas que o desenho é bonitinho, isso é!


Voltamos do nosso passeio e ainda andamos a praia de Karon inteira. Passamos pelo mercadinho, compramos camiseta da Puma e da Tuna, muito maneiras. Passamos por milhões de restaurantes e acabamos comendo frutos do mar. Os restaurantes na beira da praia nao sao muito bonitos, mas servem um camarao maravilhoso, daqueles gigantes.


O sábado acabou, mas ainda curtimos Phuket até o último minuto. Passamos o domingo inteiro na praia. Primeiro em Karon, depois em Kata, as duas perfeitas.



Voltamos para Cingapura revigorados! Nada como uma praia para recarregar as baterias.
Com certeza voltaremos para

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Monumentos de Yogyakarta

Como disse no post anterior, Yogyakarta, apesar de todas a mazelas, possui uma riqueza cultural impressionante. Há mais de mil anos atrás, Yogya foi o centro do Antigo Reino dos Mataran, um reino próspero e altamente civilizado. Eles construiram o Templo Borobudur, que é o maior templo Budista do mundo, o Prambanan (templo Hindu) e outros templos espalhados pela cidade. Por alguma razão, o reinado se mudou para onde hoje é a capital da ilha de Java e muitos desses templos foram destruídos e até enterrados. Yogya virou uma floresta novamente.

Borobudur Templo acabou de ser construído em 26 de maio de 824, quase um ano após o começo da sua construção.  O templo mede 123x123 metros e possui 10 andares.

Todos os paineis no Templo Borobudur refletem os ensinamentos de Buddha.




O Prambanan Templo foi construído no século X, com o intuito de mostrar o truinfu hindu sobre a Ilha de Java. Tanto que o templo é 5 metros mais alto que o Borobudur. Existe uma lenda que conta que um certo certo chamado Bandung Bondowoso se apaixonou por uma mulher chamada Roro Jonggrang. Entretanto, como ela nao queria nada com ele, como forma de recusa, ela disse que só ficaria com ele se ele construísse um templo com 1000 estátuas, num período de uma noite apenas. Chateado, ele resolveu fazer o templo com 999 estátuas e amaldiçoou a tal Roro a ser a milésima.

Eita povinho que não tinha o que fazer. Até parece quem vos escreve!!! Mas também, melhor assim, pois ganhamos um templo belíssimo, e voces, que me leem, um blog cheio de histórias interessantes...



O maior templo é o Templo de Shiva. Dentro dele tem 3 estátuas: de Durga, que é a mulher de Shiva, de Agastya, que é a professora de Shiva e de Ganesha, filho de Shiva.




Tem o Templo de Brahma também, o criador do Universo (e da cerveja!!!). Acho que o meu maridinho encontrou o seu Deus lá. E para aqueles que estão entediados com esse post.... abre uma Skol, que desce redondo!!! Desculpa, Brahma!!! Voce sempre será a número um.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Yogyakarta - Indonésia

Esse fim de semana fomos para Yogyakarta, uma cidade da Indonésia, na ilha de Java. Yogyakarta foi capital entre 1946 e 1949 e ainda é governada por um sultão. Hoje é conhecida por seus diversos templos. 
A cidade é extremamente pobre, suja, desorganizada, com um transito caótico: é raro se ver um sinal de transito, a nao ser num cruzamento realmente grande. Nos demais, são milhões de motocicletas, carros, onibus, carroças e bicicletas carregando os turistas, cortanto uns aos outros, se jogando na outra pista, para tentar cruzar. Simplesmente assustador!



A economia do país é um capítulo (ou parágrafo?) à parte. A moeda é super desvalorizada. Um dólar americano é igual a aproximadamente 9.000 Rúpias. Acontece que o valor de qualquer coisa, apesar de paracer uma quantia milhonária, quando se transforma em dólar, tem um valor ínfimo. Vamos aos valores de algumas coisas: um prato de macarrão à carbonara, por exemplo, sai por U$ 4,50. Olha a conta do nosso almoço: o total deu IDR 110.000, que na verdade dá um pouco mais de U$ 10,00. Para dar uma volta de 1 hora no meio de transporte mais tradicional do lugar: bicicletas guiadas pelos locais, que carregam os passageiros em um banquinho parecido com uma charrete, custa IDR 5.000, ou seja, quase U$ 0,5. E olha que eles fazem um esforço absurdo.


A pobreza do lugar é deprimente. Pedintes nas ruas, sujeiras, ambulantes insistindo para que você compre alguma coisa, mesmo porque aquela poderia ser a única venda dele do dia. No primeiro dia fomos à uma famosa rua de lojas, a Malioboro. A única coisa que eu queria era sair de lá. E olha que para uma mulher falar não as compras, é difícil. Andamos um pouco, olhamos as Butiks, como eles chamam as lojas que vendem batas feitas com tecido pintados a mão, e avistamos um shopping. Antes que me perguntem, NÃO!! Não eram bonitas. Ou eu que já estava um tanto quanto traumatizada com o lugar, criei uma certa aversão até mesmo com as roupas que eles usavam. Bom, demos uma volta no shoping, olhamos as milhoes de bolsas falsificadas (Luis Vuitton, Gucci, Channel, etc) que eram vendidas no meio do shoping, comemos o sundae do Mac Donalds mais barato das nossas vidas e voltamos para o hotel. De bicicleta!!!


Uma coisa curiosa é que o estrangeiro acaba virando atração do lugar. Talvez pela diferença de cor, ou até mesmo pelo tipo de vestimenta. Bom, estávamos num pais muçulmano. É impossível ver um fio de cabelo, ou uma unha do pé ou mesmo a cor do cotovelo de uma mulher. Aí chega uma ocidental, brasileira, com short, blusa de ombro de fora... enfim, bem mais a vontade. Só um parenteses: o lugar é tão quente quanto Cingapura! E claro, ao lado de um bonitão de bermuda, camiseta, óculos escuros... um charme! As mulheres enlouquecem... querem tirar fotos conosco, ai se voce aceita, os cliques nao param. Cada hora é uma querendo tirar com a sua maquina... muito engraçado!!! Mais engraçado mesmo foram uns pirralhos que começaram a mexer comigo, do tipo: Hei, muito bonita! Aí pronto, era o que faltava para o meu maridinho pegar no meu pé por conta da minha roupa... Mas tudo bem, não foi proposital, mas que faz bem para o ego, ah, isso faz!!!

No primeiro dia caímos numa furada. Bom, todos estamos sujeitos a isso. Eu queria ir ver um balé, o Ramaiana. Achei que seria interessante. Feito o meu gosto, fomos! Nossa, desde o primeiro minuto, queríamos morrer! Uma música chata, um balé monótono, uma história batida, enfim, um verdadeiro fiasco. Queimei a minha cota de balé com meu marido de maneira desastrosa. Só uma fotitnho para voces verem. Agora, se acharem que a vida está chata, me manda um email que faço questão de mandar um videozinho para alegrar o dia! rsrsrsrsrrs


Nosso hotel era lindo. Acabou de ser construído, em estilo grego, com colunas brancas altas, uma piscina no meio, todo construido com mármore. Lindo! Chegamos no quarto, mortos de cansaço, e tentamos dormir, pois já tínhamos um carro para nos buscar no dia seguinte às 8 da manhã para ir para os monumentos. Tentamos pois o arquiteto espertamente colocou uma janela de vidro enorme no quarto, olhando para a piscina, só que com apenas uma cortininha (isso já nao sei se problema do arquiteto ou se o hotel que nao quis gastar um pouquinho mais com um blackout!!). O quarto ficava mega claro. Para completar, ao lado do nosso maravilhoso hotel, tem uma mesquita e aquele pessoal mais radical, para não dizer outra coisa, começa a pregar, rezar, sei lá o que eles fazem, às 4:45!!!!! Isso mesmo!!!!! E o moço gritava como se estivesse dentro do quarto.... Que inferno!!!! Eu acordei tão put@ que me deu vontade de ir lá... Agora imagina a cena: uma mulher de camisola (!!!)  invade uma mesquita e briga com o profeta, ou sei lá quem. Bom, acho que vou parar por aqui! Ta na hora de umas chibatadas no meu pensamento. No próximo post falo dos monumentos! Beijos.

domingo, 9 de maio de 2010

Bicho, bichos e mais bichos

Foram 2 fins de semanas vendo bichos. Nada contra os animais, mas chega uma hora que realmente cansa. Mas o Zoologico e o Bird Park de Cingapura são imperdíveis. Se voce tiver filho pequeno entao, sem comentários. Eles se divertem muito. Mas vamos lá.

O primeiro fim de semana fomos ao Bird Park. Milhões de flamingos, gaviões, patos, passáros de todos os tipos e cores, e claro que não poderiam faltar as araras coloridas, azuis, lindas!!! Me senti no Pantanal!!!





Um outro fim de semana fomos para o Zoologico e o Night Safari. O problema desse programa é que ele é realmente muito comprido. É que o Zoo funciona até às 18 hrs e depois tem o Night Safari que começa às 19 hrs. Ou seja, voce já está cansado de olhar os animais, ainda tem que esperar 1 hr para ir para o outro passeio, sendo que se voce for no fim de semana, provavelmente milhões de pessoas estarão fazendo o mesmo. Logo as filas serão imensas.
Dica para quem pretende conhecer: faça o Zoo no fim de semana, e deixe o Night Safari para um outro dia, em que voce puder ir só para isso, nem que seja dia de semana. Apesar de ser longe, acredito que seja mais aproveitável.
Bom, o Zoo é interessante, com animais dos diferentes cantos do mundo. Interessante para ver aqueles que vemos apenas na televisão ou em livros, e que não fazem parte da fauna brasileira. Nossa, acho que acabei de gastar todo o vocabulário do resto dessa postagem... rsrsrsrrsrsrs.
Enfim, acho que nesse caso, uma foto vale mais que mil palavras. Seguem algumas fotinhos para aqueles que também não viram ao vivo, e que agora podem falar que além de terem visto na televisão e em livros, viram também no blog de uma amiga... Chiquérrimo!!!! 
Ah, só um último comentário: sem legendas e com um desafio. Quem enviar o nome correto do bicho que se encontra na última foto antes do Night Safari, ganha um brinde!!! rsrsrsrrsrsr








Infelizmente não foi possível colocar as fotos dos animais do Night Safari. Mas segue uma fotinho do show que antecedeu o nosso tour. Ah, fizemos o tour num carro. Mas pode-se fazer a trilha a pé, para aqueles que não temem a noite.



DUBAI e ABU DHABI - Férias nas Arábias

Durante os 4 anos que morei em Singapura, sempre pensava nas férias de forma que fosse prazerosa tanto para nós, adultos, quanto para as cri...