quarta-feira, 30 de outubro de 2019

DUBAI e ABU DHABI - Férias nas Arábias


Durante os 4 anos que morei em Singapura, sempre pensava nas férias de forma que fosse prazerosa tanto para nós, adultos, quanto para as crianças. Queria viajar para um lugar que tivesse essa característica, mas não necessariamente um daqueles mega resorts nas praias do sudeste asiático. Então o que fazer no "break" de 1 semana na escola das crianças? Eu tinha uma verdadeira loucura de conhecer o hotel Atlantis (sim, aquele mega resort bem estilo americano, que tem um mega parque aquático!) e por que não, então, aproveitar que estava ali pertinho e conhecer o de Dubai? Ok, mas teríamos mais dias do que os necessários para ficar no Atlantis. Então, tirando essa atração, teria mais coisas para fazer com as crianças em Dubai? Venha comigo nessa viagem e vocês vão descobrir os milhões de encantos dessa viagem das arábias.

Enquanto estava organizando minha viagem, lendo todo o material disponível na internet,  reparei que Dubai tem várias atrações que podem ser divididas em áreas distantes uma das outras, fora que, em estando pelas arábias, por que não conhecer outros lugares também? Afinal, Dubai é apenas 1 dos 7 emirados que compõem os Emirados Árabes Unidos (EAU).  É o famoso “já que”, então bora aproveitar tudo que pudermos. Resolvi que iríamos “setorizar” a viagem e acabei fechando 4 hoteis diferentes, nos 10 dias de viagem. E já adianto: foi a melhor cosia que fizemos!!! 

Data da viagem: 11 a 20/out/2019

2 adultos e 2 criancas (8 e 6 anos)

 HOTÉIS:

11 a 15/10 - Double Tree by Hilton Dubai

15 a 17/10 - Atlantis

17 a 19/10 - Grand Hyatt Abu Dhabi

19 a 20/10 - Bab al Shams - hotel lindo no meio do deserto.

CARRO: Alugamos carro na BUDGET (retiramos e devolvemos no aeroporto). Achei que vale muito a pena, ainda mais com crianças. Paguei USD 330 (já com seguro) por 9 dias num Hyundai Creta. Lembrar de LEVAR CARTEIRA INTERNACIONAL!!!!! Apenas atenção pois Dubai tem varias auto estradas, velocidade de 140km/hr, os carros são grandes e os motoristas bem agressivos. Tem que dirigir com muito cuidado!

 Muitos dos ingressos eu comprei no KLOOK. É uma agencia de ingressos de Hong Kong, super forte aqui na Ásia.

https://www.klook.com/en-SG/invite/09GZX?c=SGD

 ROTEIRO

Dia 11 –  chegada em Dubai às 18:25.

Dia 12 – Dubai Mall + Burj Khalifa + Fountain Show + Souk Al Bahar

Ingresso comprador para Burj Khalifa (Klook) às 12pm

Nao deixe de provar as tamaras recheadas com nuts da loja Batel, localizada bem ao lado da bilheteria do Burj Khalifa. Sao divinas. Mais caras q qq outra Tamara mas são as melhores do mundo. As recheadas são as melhores.

Fountain Show: Evening shows begin at 6 pm and are every half hour until 11 pm. There are also 2 performances in the daytime; at1 pm and 1.30 pm (1.30 pm and 2 pm on Fridays). Songs and music accompanying the displays range from contemporary pop to classical.

Almoçamos no AL HALLAB, dentro do Dubai Mall.

Dia 13 -  Fizemos o passeio no deserto pela manhã. O motorista nos pegou as 6:30 no hotel e fomos para o deserto. Paramos para fazer sand board, tiramos fotos com um falcão. Fizemos dune bash (com direito a muito emoção), parte preferida das criancas. Depois paramos para dar uma volta de camelo e tomar cafe da manha (sofrível). Chegamos de volta no hotel as 10:30 ainda a tempo de tomar o cafe da manha. Fechei o passeio pelo Klook, na agencia Orient Tour. Nosso motorista foi o Mustafa. Super recomendo o passeio e para nós funcionou melhor fazer pela manhã, é mais vazio que a noite e mais fresco.

Na parte da tarde fomos nos Souks: Mercado do ouro, mercado de especiarias e de tecidos. 

Sinceramente achei maior furada, e muito pega turista.

Dia 14 –  Parque IMG (ingressos comprados). Não achei que valesse a pena nao. O parque é interessante, mas estava as moscas... Nao iria novamente.

Dia 15 – Entrada no tão sonhado hotel Atlantis. Aproveitamos o hotel – parque aquático, lost chamber aquarium, praia.

Jantar no THE WALK, no Cheese Cake Factory. Adorei o passeio pelo The Walk, que vale muito a pena.

Dia 16 - Aproveitar o hotel – parque aquático, lost chamber aquarium, praia.

Dia 17 – Saimos do hotel rumo a Abu Dhabi. Paramos no Parque Motiongate (ingresso comprados) no caminho. Parque interessante. Tem uma parte interna e uma parte externa. Vários brinquedos estavam fechados e foram abrindo aos poucos. Mas foram ótimos. Muito melhor que o IMG. (encontrei uma pessoa q me indicou ir no Warnes Bros, que fica em Abu Dhabi. Como fomos no da Australia, nessa viagem preferimos conhecer outros).

Dia 18 – Curtimos piscina e praia. Almoçamos no MOSAIC Restaurant. Um pouco longe do hotel. Mas muito bom.

No final do dia fomos no Palacio (Qasr Al Watan Presidential Palace). Compramos os ingressos pelo Klook. Chegamos por volta de 6:15pm. Assistimos o show das luzes as 7:30.

Dia 19 – Fomos na Mesquita pela manha antes de ir para o deserto. (fazer reserva on line no site da propria mesquita para evitar fila. A entrada é gratuita)

Hotel Bab al Shams

Ficamos na piscina. Andamos de camelo, tiramos fotos com a águia. Jantamos no restaurante italiano, a la carte, e fomos ver o show no outro restaurante.

Dia 20 – Curtimos piscina pela manhã. A tarde fomos para o Dubai Mall. As criancas ficaram no VR Parque (comprei no Klook). Almoçamos no Al Hallab. E partimos para o aeroporto.


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Bali - Parte II

 


Ao olhar essa foto, o que te vem à cabeça? Eu só  penso em me teletransportar, entrar pelo teclado, e sair dentro dessa praia, nessa mar quentinho e calmo.

Essa nossa primeira estadia em Bali foi M.A.R.A.V.I.L.H.O.S.A, apesar de todo o perrengue na chegada (hoje me dia já nao está mais tao complicado!). Lembrando que nessa época eu morava em Singapura, e são apenas 3 horas de voo para la.

Vamos falar um pouco de Bali para poder responder àquela pergunta que fiz no post anterior: vale a pena sair do Brasil para visitar Bali? E já adianto que Bali não é só essa praia linda, mas uma imersão cultural num lugar mágico, acolhedor, com paisagens de tirar o fôlego.

 


Para falar genericamente de um lugar, nada melhor que o nosso amigo Google, então relaxe na cadeira e começe a viagem: "Bali é uma ilha da Indonésia conhecida por suas montanhas vulcânicas repletas de florestas, seus arrozais, suas praias e seus recifes de coral. A ilha abriga locais religiosos, como o templo Uluwatu, localizado na beira de um penhasco. Ao sul, a cidade litorânea de Kuta tem bares animados, enquanto Seminyak, Sanur e Nusa Dua são áreas turísticas bastante procuradas. A ilha também é conhecida por seus retiros de ioga e meditação. "

Dai deixo aqui minhas reflexões: Bali são várias viagens dentro de uma só! Bali é enorme e dividido em diferentes áreas com diferentes atrações. O planejamento da viagem envolve decidir quais dessas experiencias balinesas você gostaria de vivenciar, apesar de eu achar que todas elas valem a pena. Bali é ficar alguns dias nessas diferentes áreas, curtindo o que há de melhor em cada uma dela: seja em Nusa Dua curtindo uma praia, ou em Ubud, recarregando as baterias aos pés do arrozais. 

Essa primeira vigem para Bali, foi de apenas 2 dias. Diríamos que foi um test-drive, que só foi melhorando e ficando, a cada viagem, mais interessante. E foram algumas de lá para cá!!! Como primeira vez, decidimos ficar no "centro" de Bali. Ficamos em Kuta, num hotel simples. Lembrando que isso aconteceu em 2010, e de lá para cá muita coisa mudou, mas não a beleza do lugar! 

Visitamos o hotel Karma Kandara (https://karmagroup.com/find-destination/karma-resorts/karma-kandara/), com sua vista sensacional. O hotel ainda existe até hoje, e é considerado um dos melhores do sul de Bali.





Depois de relaxar nesse mar maravilhoso, fomos visitar Uluwatu Temple, um templo que fica pendurado num penhasco, com uma vista magnífica, de tirar o fôlego.

 


Só temos que ficar atentos com os macacos, os verdadeiros trombadinhas balineses. Esse ai roubou o meu chapéu e só devolveu após o pagamento do resgate: uma banana!!!

 

Não pensem que nossas histórias de Bali se acabam por aqui. Aguardem Bali - Parte III. Mas acho que já consegui colocar uma pulguinha ali atrás da orelha: vale mesmo a pena???

 

 





segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bali - Parte I



Nesse fim de semana que passou (9 a 11/julho) fomos à Bali, na Indonésia! Falar em Bali só me vinha na cabeça as camisas e calças de Bali que viraram sucesso no meio dos anos de 1990. Claro, tinha o cigarro de Bali, mas como não fumo mesmo, nunca tive interesse por tal coisa. Fora isso, deve ser o paraíso na terra, com praias lindíssimas. Enfim, o que eu iria encontrar nesse lugar que virou ícone de viagem durante muito tempo, e pelo que me consta, ainda é. Já que esse lugar é tão famoso, resolvi dividir as minhas impressões de Bali em algumas partes, a começar com essa, que já vai fazer o meu leitor começar a se perguntar: vale a pena sair do Brasil, ou mesmo da Europa para vir a Bali???

Só um parenteses aqui, pois preciso fazer esse comentário: tenho um seguidor de Portugal!!! Samuel, se bem vindo!!! Ai, gente, estou ficando tao chique!!!

Essa primeira parte eu gostaria de dedicar à chegada e saída de Bali: pague para entrar e, SIM, pague para sair. 

Chegamos em Bali às 10:20 da noite. Bandar Udara Ngurah Rai Bali, que, se não me falha a memória de quando estudei Indonésio, significa, Ngurah Rai aeroporto de Bali (Google, obrigada pelo Translate!!! rsrsrs). 

Nós já sabíamos que tem o visto, que eles chamam de Visa on Arrival, ou VOA, que deveríamos tirar na entrada, assim como foi para Bintan e paraYogyakarta, todos na Indonésia. Ok! Combinamos que eu iria para o guiche de pagamento do visto e o meu marido para a fila do visto, assim seria mais rápido e menos doloroso. Quando chegamos no saguão do aeroporto, vimos um mar de gente que mais parecia um tsunami, de tanta gente que tinha. Beleza, estamos indo para uma praia: paz e amor! Sorria, voce está em Bali! Conte até 20... enfim, pensamos em todas as frases cliches que cabiam nessa situação. Só para voces terem uma noção da situação:



Sabe a plaquinha amarela lá no final dessa foto acima! Pois é, o carinha que tira o visto está a uns 2 passos depois dessa placa e nós estávamos aqui no fim da fila. E o pior é que ainda tivemos que pagar US$ 25 cada um para entrar ali. Nessas horas voce começa a pensar: o que eles estão fazendo com o meu dinheiro? Por que eles não colocam mais funcionários a disposiçao? Mais um dos mistérios que nunca tem uma explicação. (Atualização: hoje em dia nao há mais a necessidade de visa on arrival para brasileiros que forem ficar até 30 dias em Bali).

Bom, o meu maridinho, que estava numa fila,e eu em outra, para ver qual andava mais rápido, começou a jogar Sodoku no celular para passar o tempo. Eu começei a prestar atenção nas pessoas e, claro, na conversa delas. Não sou de ferro, ne? Nao tinha nada para fazer e uma perspectiva de 2 horas de fila pela frente. De vez em quando até rolava de eu falar com a pessoa, que estava atras de mim, que iria ao banheiro, e ela segurava o meu lugar. Numa dessas, percebi que algumas pessoas saiam dessa fila, que era destinada a estrangeiros e iam para uma outra fila, até um pouco separada da nossa por umas plantas, destinada a comissários de bordos e aos próprios indonésios. Resolvi perguntar a um casal que antes estava na minha fila, se aquilo era permitido. Ai eles responderam que não sabiam e iriam tentar. A mulher ainda virou para mim com a maior cara de assustada e perguntou:
-- Voce nos seguiu até aqui?
Seja lá com que ela estivesse preocupada, se por eu ter saído da minha fila e seguido eles, e provavelmente perdido meu lugar, ou por estar com medo de que mais pessoas fossem para lá e a tentativa deles fosse descoberta.

Voltei para a fila onde o meu marido estava e resolvemos que ficaríamos ali mesmo, apesar da outra estar menos cheia e andando mais rápido. Resolvemos, pois estávamos num país diferente, com leis diferentes e porque 20 a 40 minutos não iriam mudar a nossa vida em nada. Só mudou num sentido: aprendemos que não são só os brasileiros que gostam de dar uma de espertinho...

Ficamos conversando na fila, e claro, falando das diferentes pessoas que estavam ao nosso redor. Nessas horas o portugues é uma lingua maravilhosa! Estávamos rodeados por alemães, americanos, australianos, franceses... nossa, como tem gringo lá! Fomos atendidos 1 hora e meia depois de entrar na fila.


Nossa saga no aeroporto não acaba por ai. Acreditem se quiserem: ainda tivemos que pagar para sair de Bali. Chegamos no aeroporto, na volta para Cingapura, com uma certa antecedencia, pois nosso voo só serias as 10:20 da noite. Fomos uns dos primeiros a fazerem o check-in, e resolvemos ir direto para a aduana. Qual foi a nossa surpresa ao chegar lá? Teríamos que pagar RP 150.000 (rúpias), que dá aproximadamente US$ 15. Quer dizer, nao foi tanta surpresa, pois já tínhamos pago em Yogyakarta, só que lá foi RP 100.000. Mas dessa vez até que nao tinha tanta fila. Conclusão: para entrar e sair de Bali, voce enfrenta uma fila de quase 2 horas e ainda tem que pagar US$ 40 por pessoa.

A questão é: vale a pena sair do Brasil, enfrentar tudo isso, para chegar a Bali? Aguardem cenas do próximo episódio para voces decidirem. Enquanto isso, um conselho:


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tronos

Que diferenças existem entre os países, os povos, isso existem... O que eu queria vindo para uma parte do mundo com cultura oriental, com pitadas dos povos indianos e malaios? Enfim, tudo muito diferente para a cultura ocidental. Os banheiros não poderiam ser diferentes. Diferentes tronos para diferentes rainhas!!!



Definitivamente não vou sentir falta de chegar em um banheiro de shoping, abrir a portinha e dar de cara com essa privada. Na boa, teve um dia que estava no shoping na Malásia, uma fila imensa, eu era a primeira, e toda vez que vagava uma cabine, era com essa privada. E o mais engraçado é que as mulheres já até sabiam que eu não iria nesse e me passavam. Na boa, xixi voador não dá!!!

Geralmente um banheiro de shoping tem algumas cabines com esse tipo de assento. Em Cingapura nao tanto quanto na Malásia, país de maioria muçulmana. Esse tipo de assento (!!!!) é bastante usado pelas mulheres que de burca. Aliás, esse é um outro assunto que me revolta algumas vezes, mas nao vou entrar nesse mérito.

Isso aí. Meu primeiro tópico foi bastante interessante e útil. Como se nao bastasse quando pequena ter que fazer xixi no matinho quando viajava de carro com meus pais. Fala sério!! Sei bem as consequencias desse ato.

Chegando ao fim!!



Nossa, o tempo passa muito depressa mesmo! Já se passaram 3 meses que estou aqui, e só tenho mais um mes para curtir Singapura. Sabe quando bate aquele desespero, que voce começa a sentir que tem que curtir tudo, engolir a cidade, como se fosse a última coisa que voce vai fazer. Pois é, esse é o meu estado de espírito.

Eu já tive algumas experiencias internacionais. Morei 1 ano nos EUA, 4 meses na França, e sempre quando estou para ir embora, fico com aquela vontade de ficar mais, na vez da França até tentei arrumar um emprego, mas nao deu certo e eu acabei voltando para o Brasil. Com isso vem a parte da aceitação: tudo bem, depois eu volto nem que seja para visitar. EUA, França, até que são lugares acessíveis. Tá, não é perto, mas também não é absurdamente longe. Bom, Singapura é complicado!!! São 2 dias de viagem. Não é nenhum lugar que voce possa dizer: Olha, vou ali em Singapura passar as férias e volto. Primeiro que metade das férias voce vai passar como zumbi, tentando colocar o seu relógio biológico em dia. A outra metade tentando correr atras do prejuízo. Bom, acho que voces já entenderam onde quero chegar: Singapura, posso até estar errada, mas vai demorar muito para eu voltar, se voltar. Então, tenho que devorar a cidade, fazer todos os passeios de novo, tirar mais alguns milhares de fotos....E aceitar que é hora de voltar.

Com isso, resolvi fazer uma sequencia de posts com coisas que iremos sentir faltar e com aquelas que não sentiremos nem um pouco em deixar para trás.

Espero que voces curtam com a gente esses últimos 30 dias de Singapura. Claro que ainda teremos algumas emoções nesse meio tempo: uma viagem para Bali e uma para Phuket.

Beijos com saudades de todos.

domingo, 13 de junho de 2010

Pudim se come ou se bebe?

Talvez uma das coisas que mais sentimos falta aqui em Cingapura seja o fato de estarmos longe das comidinhas com as quais estamos tao acostumados. Saudades do strogonoff, do camarao com catupiry, da goiabada (eu ainda trouxe uma, mas nao deu nem para o cheiro!), do pudim de leite condensado e até do japones feito com cream cheese... Sim, isso é uma invençao brasileira!!! Mas no dia que esses japoneses descobrirem....

A vontade é tão grande que a única soluçao que temos é ir para a cozinha e colocar a mao na massa. E claro, fazer algumas ligaçoes internacionais para pegar a receita e algumas dicas. Bom, ontem resolvemos fazer o pudim de leite condensado. Receita: 1 lata de leite condensado, 2 latas de leite de vaca, 2 gemas, bate tudo no liquidificador, coloca para assar em banho maria.... Muito fácil!!!! Qualquer pessoa consegue fazer.

Fomos para a casa de uma amiga que tem forno e liquidificador, 2 instrumentos imprescindíveis para a nossa empreitada. Não, não temos forno e resolvemos nao comprar o liquidificador, pois seria mais um trambolho para levar. Além disso, tem o problema da voltagem.

Começamos pela calda de açucar... Até que estava me saindo bem quando vi que a forma era vazada e a calda começou a cair no fogão. Quem está acostumado a lidar com calda de açucar, sabe que ela gruda como ninguém. Despespero! Pois na verdade estávamos na casa de uma amiga que emprestou a casa de outra amiga... Confusao total!!! Mas tudo bem, atéque nao ficou tao ruim e no dia seguinte a santa Haide iria limpar a casa. Só um parenteses: a Haide é a diarista de quase todo mundo do trabalho do meu marido.


Passei a calda que restou para uma outra forma, e enquanto eu operacionalizava essa árdua tarefa, a nossa amiga Renata batia os ingredientes no liquidificador. Ok, a massa e a calda estavam prontas. O que fazer? Eu me lembrava muito vagamente da "secretária" lá de casa deixar a calda esfriar, mas como também não tinha muita certeza, lancei a pergunta: E agora, gente, jogamos direto a massa na forma, ou esperamos a calda esfriar... Acho que a vontade de comer pudim o mais rápido possível falou mais alto e a Renata lançou: nao, acho que a densidade dos dois deve ser diferente, ai eles nao se misturam. E o mais desesperado para comer, vulgo meu marido, falou: concordo! Beleza, jogamos a mistura na calda... Não preciso nem falar que os dois se misturaram, ne???

Mas tudo bem, nem tudo estava perdido: colocamos o pudim, no banho maria, no forno e ligamos... Jantamos, conversamos e nada do pudim ficar nem quente. Bom, ligamos o forno de uma maneira errada.  Realmente o forno era meio complicado: para um lado era microondas, para o outro era forno elétrico... aquele pudim já estava lá há horas e nada de ficar duro. Resolvemos entrar na internet para ler o manual do forno... Ai ligamos novamente, mas o pudim já estava preto por cima... Já eram quase 11 horas da noite e nada daquele pudim ficar pronto. Bom, resolvemos tirá-lo do forno. Ele já estava com alguma consistencia, mas ainda nao dava para desenformar. Mas quem disse que pudim só dá para comer... podemos beber tb. Na verdade, dava para comer com colher, como sopa, mas o gosto de queimado de cima era tao forte que resolvemos deixar para a Haide limpar a nossa bagunça e jogar o pudim fora.

Resultado da nossa empreitada na cozinha:
* um pudim queimado, porem mole



* e uma cozinha mega suja!


Bom, fomos vencidos pelo pudim e pelo forno. Porém, tentamos! E ainda vamos tentar uma próxima vez, claro que num outro forno, pois tenho certeza que esse foi o nosso problema, além, claro, da densidade da calda de açucar e da mistura serem iguais.

Antes tentar um pudim, que comer arroz e feijao como sobremesa... Eita povinho que nao sabe comer esse.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Phuket - Thailândia

Sexta-feira, dia 28 de maio, foi feriado aqui em Cingapura. Foi Vesak Day, que é o dia que se celebra o nascimento de Buddha, e para isso, nada melhor do que comemorar.... com o Buddha. Mas essa historinha só serve de pretexto para justificar a nossa maravilhosa viagem para Phuket, na Thailandia. Sabíamos do feriado, mas o motivo dele, descobrimos na viagem, quando, coincidentemente, fomos visitar o Grande Buda...

Chegamos em Phuket cedinho na sexta feira. O dia estava um pouco nublado. Como sempre, aquele mesmo ritual de chegada: passar pela alfândega, trocar dinheiro para pelo menos pagar o taxi até a cidade, descobrir um real valor para o taxi, se estamos sendo turistar ou nao... aquela coisa toda que já sabemos até no Brasil. Como o Sarney quando presidente (eu nao sou tao velha assim, meus pais que me contavam), é preciso fazer pesquisa antes de comprar. Enfim, fizemos a pesquisa: um taxi custa 750 BHT, para ir num miniibus, 180 BHT por pessoa. Alguma dúvida? Claro que resolvermos ir de minibus. O problema é que eles esperam o minibus encher para sair, e nós fomos os primeiros a chegar... Já me ensinaram no mestrado: there is no free lunch!!! Esperamos 40 minutos, eu já estava surtando, resolvi sair do minibus e pegar meu dinheiro de volta. Mas ai vc tb aprende o tal do custo afundado: já tínhamos perdido 40 minutos, faltavam 2 pessoas para encher a porcaria do ônibus, agora nao tinha mais como voltar atrás. Enfim, eu no auge da TPM, querendo me matar por feito feito aquela escolha e querendo matar o motorista que nao saia... Enfim: voltaremos em julho para Phuket: adivinha como iremos para a cidade? Essa é uma pergunta capciosa. Depende de quantas pessoas estiverem dentro do minibus....

Bom, chegamos no hotel. Uma gracinha. Chama-se Phuket Island View e fica na praia de Karon  (estou escrevendo isso pois como disse anteriormente, vamos voltar lá, e com certeza vou ter esquecido o nome do hotel...alias, já estou naquele nível que se pergunta: "o que nós almoçamos mesmo?" às 3 da tarde). A vista do nosso quarto era para a piscina. Típpico hotel 3 B's: bom, bonito e (mega) barato!
Passeamos pela praia de Karon, pelas lojinhas de artesanato, almoçamos, fomos ao Budha... enfim, viagem descontraída, lugar gostoso, chinelos nos pés, biquini, saídinhas de praia. Nada de monumentos! Total clima Búzios. Era o que estávamos precisando. Monumentos são lindos, mas chega uma hora que tudo que voce quer é um castelinho de areia.

Dia seguinte fomos fazer o famoso passeio pelas ilhas Phi Phi, Maya e Khai Island. Nos pegaram às 7:30 no hotel. Um minibus com 10 pessoas: maravilha!!! Barco só nosso, praia só nossa... Perfeito! Fomos para a Marina... Chegando lá, vários minibus. Ah, mas eram vários barcos tb. Todos lotados! O percurso até a primeira ilha foi bem tranquilo. A guia era engraçada, o barco confortável (era uma lancha rápida)... mas quando chegamos na Maya beach, a tal onde foi filmado aquele filme A Praia com Leonardo de Caprio, quase morri. Não, não foi de beleza, apesar da praia ser maravilhosa. Foi da quantidade de gente que tinha naquele lugar... Farofada total! Olha o naipe:


 Tudo bem que dava para andar até o mar e tirar uma fotinho sem o bando de gente. Mas sinceramente, comecou a me dar um troço... só queria sair dali. E ainda por cima a água estava suja, cheia de plástico, de pedaço de pau... tirando isso tudo, realmente o lugar era lindo.


Depois dessa parada, ainda fizemos um smorkeling, passamos por outros lugares lindos, paramos em Phi Phi, que também não é nada demais. Almoçamos num hotelzinho bem fajuto, tanto o almoço quanto o hotel, e finalmente paramos na nossa última parada: Khai Island.


O mais interessante nesse passeio foram as placas que encontramos no meio das praias. Seria cômico se não fosse tragico... realmente eles sofreram muito com o Tsunami. Voce ainda ve alguns lugares que nao foram reconstruídos depois da onda. É triste! Mas que o desenho é bonitinho, isso é!


Voltamos do nosso passeio e ainda andamos a praia de Karon inteira. Passamos pelo mercadinho, compramos camiseta da Puma e da Tuna, muito maneiras. Passamos por milhões de restaurantes e acabamos comendo frutos do mar. Os restaurantes na beira da praia nao sao muito bonitos, mas servem um camarao maravilhoso, daqueles gigantes.


O sábado acabou, mas ainda curtimos Phuket até o último minuto. Passamos o domingo inteiro na praia. Primeiro em Karon, depois em Kata, as duas perfeitas.



Voltamos para Cingapura revigorados! Nada como uma praia para recarregar as baterias.
Com certeza voltaremos para

DUBAI e ABU DHABI - Férias nas Arábias

Durante os 4 anos que morei em Singapura, sempre pensava nas férias de forma que fosse prazerosa tanto para nós, adultos, quanto para as cri...